Ribeirão Preto ganha novos voos e destinos da Azul

Azul Linhas Aéreas
A Azul ampliará sua presença em Ribeirão Preto a partir de 19 de fevereiro. A companhia aérea operará voos regulares de Ribeirão Preto para Goiânia e  para Confins. Para Belo Horizonte, serão dois voos por dia, enquanto para a capital de Goiás, a companhia operará uma frequência diária. 

Além dos novos mercados, a empresa também expandirá as operações entre a cidade paulista e o aeroporto Santos Dumont, no Rio, com a inclusão de um segundo voo diário. O trecho contará com frequências saindo de Ribeirão na parte da manhã e à noite, de segunda a sexta, com complemento aos sábados. No mercado Campinas-Ribeirão Preto, a companhia manterá os cinco voos por dia.

Com o acréscimo na malha, Ribeirão Preto passará a ter dez voos diários da Azul para quatro destinos nacionais. O diretor de Planejamento de Malha da companhia, Daniel Tkacz, comemora o anúncio e destaca o potencial econômico do interior paulista, considerado o segundo maior mercado consumidor do país.

A conectividade será um dos diferenciais das novas rotas. Saindo de Ribeirão, os Clientes poderão realizar conexões não só no hub de Campinas, como também na segunda maior base operacional da Azul, em Belo Horizonte. Os voos a partir da cidade paulista ainda precisam de aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e serão cumpridos com as aeronaves modelo ATR, com capacidade para até 70 Clientes.

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Cuidados para viajar de avião com pacientes com doenças respiratórias

doenças respiratórias

Aviões carregam milhões de passageiros todos os dias ao redor do mundo e, no Brasil, desde 2010, têm sido a primeira escolha de transporte dos brasileiros para viajar entre estados. Hoje, embora os voos não representem um grande risco para a maior parte das pessoas, ainda existem importantes cuidados a se tomar para garantir uma viagem segura, sobretudo para pacientes com doenças respiratórias.

Isso se deve principalmente ao fato de que, quanto maior é a altitude em que nos encontramos, menor é a pressão atmosférica, o que faz com que o ar seja menos denso e carregue uma concentração menor de oxigênio. Para compensar essa escassez, os aviões pressurizam as cabines, permitindo, por meio das turbinas, a entrada de ar, que é resfriado e distribuído para os passageiros por meio de um sistema de ventilação. No entanto, se comparada ao nível do mar, a quantidade de oxigênio nas cabines continua baixa, apesar da pressurizaçãoii, o que, normalmente, não costuma ter grandes impactos nos passageiros em geral, mas representa um fator de risco para os que têm problemas respiratórios.

Entre os pacientes que precisam tomar cuidados importantes estão os com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (ou DPOC), que pode se manifestar como bronquite crônica e/ou enfisema. A doença é hoje a quarta principal causa de morte no Brasil e estima-se que, até 2020, se torne a terceira. Em 2010, o número de pacientes com a doença no Brasil era de cerca de 7 milhõesiv. Causada principalmente pelo tabagismo, a DPOC tem como principais sintomas tosse e catarro constantes, além de cansaço e falta de ar ao realizar atividades físicas de rotina. De acordo com o Dr. Mauro Gomes, diretor da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, “Pacientes com doenças respiratórias crônicas, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica ou uma Fibrose Pulmonar, já tendem a apresentar uma menor concentração de oxigênio no sangue naturalmente. Os efeitos disso se acentuam durante viagens de avião, sobretudo se o paciente for idoso e realizar esforços durante o voo, que exigem um maior quantidade de oxigênio”.

Apesar das cabines serem um ambiente desafiador para esses pacientes, existem cuidados importantes que podem ser adotados para se garantir uma viagem tranquila. Consultar um especialista com antecedência para avaliar se há necessidade de suplementação de oxigênio, verificar com a companhia aérea se o seu aparelho que fornece oxigênio pode ser embarcado e notificá-los com antecedência por meio de relatório médico são algumas das medidas básicas, sobretudo para pacientes idosos com DPOC, já que a taxa de mortalidade nos primeiros anos após uma exacerbação da doença chega a superar 50% neste grupov. “Para além dos cuidados específicos com os voos, no entanto, é preciso reforçar a importância de se fazer um diagnóstico rápido para que pacientes possam receber tratamentos de longo prazo, que envolvem, além de parar de fumar, o uso de broncodilatadores de longa duração que podem reduzir em até 16% o risco de mortalidade em função da doença”, afirma o Dr. Mauro Gomes.

Embora seja uma doença de alta prevalência, provocando cerca de 40 mil mortes anualmente no Brasiliv e custando aos cofres públicos aproximadamente 100 milhões de reais por anovi, a DPOC é uma doença muito pouco reconhecida. Por acometer sobretudo pessoas mais velhas, seus primeiros sinais são frequentemente confundidos com sinais de envelhecimento, o que faz com que seu diagnóstico preciso seja feito quando o paciente já está bastante comprometidovii. De acordo com a pesquisa “Panorama da Saúde do Brasileiro”, encomendada pela farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil ao IBOPE Inteligência, um em cada dois brasileiros nunca sequer ouviu falar na doença.

As doenças respiratórias são as principais causas de internação no Brasilix. Segundo o Dr. Mauro Gomes, isso ocorre pois as pessoas demoram para receber o diagnóstico correto e geralmente não realizam o tratamento como deveriam. “É muito importante disseminar mais informações sobre doenças respiratórias, como a DPOC e a Fibrose Pulmonar, para que pacientes tenham cada vez mais acesso a tratamentos de qualidade e não sejam surpreendidos por mal-estar e emergências em situações de maior risco, como em voos, podendo fazer suas viagens em segurança”, ressalta o especialista.

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Lufthansa é eleita a única companhia aérea 5 estrelas na Europa

 

Lufthansa

A Lufthansa recebeu a certificação cinco estrelas da consultoria britânica especializada em aviação Skytrax. O júri do Skytrax já vinha premiando a Lufthansa First Class nos últimos dez anos com a categoria 5 estrelas, agora a companhia inteira recebeu a mesma certificação.

“O prêmio é um reconhecimento bem merecido aos nossos maiores esforços para fazer a Lufthansa uma das maiores companhias aéreas premium do mundo novamente,” disse Carsten Spohr, Chairman do Conselho Executivo da Deutsche Lufthansa AG. “Nós chegamos lá porque fizemos altos investimentos na nossa frota, renovamos nossas cabines, introduzimos serviços digitais, abrimos novos lounges e melhoramos o serviço a bordo e em solo. A combinação de serviços premium com a qualidade e o profissionalismo do nosso time de colaboradores deram à Lufthansa o status de uma companhia aérea cinco estrelas,” Spohr complementou. “Todo mundo na Lufthansa pode se orgulhar desta certificação, especialmente nossos colegas a bordo, no cockpit ou em solo que cumprem nossa promessa premium todos os dias na interação com nossos passageiros. Eu estou convencido de que o mais importante fator para chegarmos a cinco estrelas foi o fato de que temos os melhores colaboradores de companhias aéreas.”

Edward Plaisted, CEO da Skytrax, confirmou: “A conquista do status de 5-Star Airline pela Lufthansa não é apenas um grande elogio como a primeira companhia aérea europeia a alcançar esse objetivo, mas é claramente um reconhecimento às melhorias que foram feitas recentemente, particularmente em todas as áreas de linha de frente de serviços.”

Os avaliadores da Skytrax viajam com a perspectiva do passageiro. Para os rakings, eles avaliam a qualidade dos serviços da companhia aérea em solo e no ar em até 800 diferentes categorias. O que inclui serviço a bordo, conforto dos assentos, catering, medidas de segurança, entretenimento a bordo, ofertas de duty-free e vários outros serviços. Para a Skytrax, a consistência e a constância com que a Lufthansa avançou em com a modernização do produto foi determinante para a decisão de conceder a quinta estrela. Por exemplo, as classes First, Business, Premium Economy e Econômica foram sensivelmente melhoradas nos últimos anos. A companhia também ampliou o restaurant service da First Class para a Business Class, melhorando seu apelo personalizado aos passageiros no processo. E é importante olhar adiante: para a nova Business Class que vai ser lançada em 2020 com o Boeing 777-9 e as nova e ainda melhores Premium Economy e Econômica. A Lufthansa também ganhou pontos com o novo app e a grande variedade de serviços digitais, disponíveis em solo e a bordo. O objetivo é aumentar o uso das oportunidades digitais para desenvolver ofertas customizadas e serviços para os passageiros Lufthansa.

Além desta classificação, a Skytrax, uma agência de rating especializada em aviação, também publica um ranking anual das mais populares companhias aéreas. No World Airlines Awards 2017, baseado em uma pesquisa feita com 19,8 milhões de passageiros participantes de 105 diferentes países, a Lufthansa ganhou o prêmio de melhor companhia aérea da Europa e a sétima do mundo todo. Desde 1990, a Skytrax conduz pesquisas sobre a qualidade das companhias aéreas e dos aeroportos. Em 1999, a empresa começou a conceder certificações de até 5 estrelas. Até agora apenas 10 companhias aéreas em todo mundo obtiveram a mais alta classificação.

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GOL retomará voos entre os aeroportos de Congonhas e Pampulha

GOL

A Gol anunciou nesta sexta-feira (1/12) que voltará a operar voos entre os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Pampulha, em Belo Horizonte. A companhia aérea é a primeira a retomar a rota para o primeiro e mais central aeroporto da capital mineira.

Os voos serão diários, saindo de São Paulo às 7h05 (exceto aos domingos) e às 16h20 (exceto aos sábados). Da Pampulha os voos partirão às 9h (exceto aos domingos) e às 18h05 (exceto aos sábados). Os voos recomeçarão a partir do dia 22 de janeiro de 2018.

Até então, todos os voos interestaduais  e internacionais de e para Belo Horizonte eram operados apenas no Aeroporto Internacional de Confins, na região metropolitana da capital mineira.

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